Trabalharão juntos no Cruzeiro? Confira números de Gabigol com Tite

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da apostaganha: A relação entre Gabigol e Tite tem sido conturbada nos bastidores nos últimos anos. Com a chegada do técnico ao Cruzeiro, muitos torcedores acreditam que o camisa 9 deva sair do clube. Entretanto, os dois já atuaram juntos quase 50 vezes na carreira.

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da realsbet: Atacante e treinador trabalharam juntos na Seleção Brasileira e no Flamengo. Entretanto, com a proximidade entre os dois no Rubro-Negro, a relação apenas piorou.

Ao todo, eles atuaram juntos em 49 ocasiões, com 31 vitórias, 10 empates e oito derrotas. Nesse período, ele marcou sete gols e deu uma assistência.

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Ainda enquanto treinador do Brasil, Tite usou Gabigol em apenas 14 oportunidades. Nestes jogos, o atacante marcou três gols, dois nas Eliminatórias e um na Copa América.

Posteriormente, já no Flamengo, eles se reencontraram, mas o atacante não teve muito espaço. Foram 35 partidas disputadas, com quatro gols marcados, e uma assistência.

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Nesta temporada em que atuou boa parte do ano com Tite, Gabigol teve sua menor minutagem no futebol brasileiro desde que foi revelado pelo Santos, apenas 1472 minutos.

Conflitos entre Gabigol e Tite

Na reta final de seu trabalho no Rubro-Negro, Tite explicou após uma derrota por 3 a 2 para o Grêmio, que Gabigol teve poucas chances porque durante boa parte da temporada, não teve condições físicas.

– O técnico tem que ter a capacidade de trabalhar o atleta e dar a ele oportunidades para que ele possa melhorar e evoluir. Não cortar a cabeça no primeiro erro. Nós somos expostos. Não sei quanto tempo, mas foi muito tempo que o Gabriel não teve condições físicas ou clínicas em termos de recuperação. Quando eu cheguei no Flamengo ele estava sofrendo uma série de problemas físicos. Nesse momento se encontra da mesma forma. A grosso modo, os treinamentos e essa condição física, com essas repetidas lesões, talvez seja o fator mais determinante dessa condição – explicou Tite.

Sem a presença de Adenor, o Flamengo conquistou a Copa do Brasil com atuações decisivas de Gabigol. Depois da partida de volta, na Arena MRV, o ídolo rubro-negro detonou o trabalho de seu ex-técnico.

– Foi um ano conturbado para mim individualmente. A questão do doping, depois um treinador que não me respeitava como jogador. Durante esses momentos eu nunca tentei externar isso. Foi um período horrível para mim – desabafou.

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